terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Releitura da postagem "Emília Ferreiro" realizada no dia 19 de outubro de 2015.

http://claudiacosta2015.blogspot.com/2015/10/emilia-ferreiro.html

Na postagem lincada, falei sobre a importância de ler para as crianças, da leitura em voz alta, que Emília Ferreira fala em seus vídeos. Quando fiz a postagem havia estudado sobre o assunto na aula de Fundamentos da Educação, e relacionei o estudo ao ver meus alunos brincando com livros na sala. No momento um aluno "contava" uma história para a turma, apesar da pouca idade ele organizou a turma no tapete e sentou a frente deles contando a história, porém não fiz relação com nenhum material da aula. Hoje relendo a postagem voltei aos textos estudados e aos vídeos e posso então, estar relacionando o vídeo "Nova Escola | Emilia Ferreiro | Leitura e escrita na Educação Infantil", disponível em www.youtube.com/watch?v=0YY7D5p97w4, nele Emília Ferreira fala sobre esta importância estar permitindo as crianças o acesso a leitura e aos livros. 
Ler em voz alta para a criança permite que ela possa imaginar os fatos que esta observando diferentemente de quando ela só observa as imagens, da mesma forma que ela vai se interessando pela escrita e pela leitura.
Na educação infantil, é importante que as crianças tenham acesso as leituras, a livros de maneira lúdica e prazerosa, diferentemente do ensino fundamental, onde a criança estará sendo alfabetizada.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Releitura da postagem realizada no dia 16/09/2015. http://claudiacosta2015.blogspot.com/2015/09/no-dia-10-de-setembro-uma-nova.html


Nesta postagem falei sobre as coincidências do dia a dia com nossas aulas do curso, relatei que vi minha filha lendo o livro "Isso não é brinquedo!", escrito por Ilan Brenman com ilustração de Maria Eugenia, da editora Scipione. E este livro falava sobre as crianças inventarem brincadeiras e brinquedos com simples objetos. Muitas vezes compramos brinquedos caros para as crianças e o que eles gostam mesmo são das caixas. Continuo com o mesmo pensamento de quando fiz a postagem de que não devemos deixar morrer a criança que existe dentro de nós, porém acrescentaria a esta postagem que devemos incentivar as crianças a brincarem com diferentes tipos de materiais, não só brinquedos comprados, mas com materiais não estruturados. Onde a imaginação e a criatividade estarão em destaque, pois as crianças vão ir além em suas brincadeiras.
Na escola que trabalho percebi que as salas possuem brinquedos variados, porém falta a caixa de sucatas, falta os objetos que servirão para as crianças criarem e inventarem suas brincadeiras a partir das vivências diárias. Passei a levar sucatas, caixinhas, garrafinhas, tampas de latas e as próprias latas para que as crianças da turma do berçário pudessem estar explorando e manuseando estes diferentes materiais. Um dia então, pude perceber  uma criança pegar uma lata e duas garrafinhas e fazer que estas latas fossem a bateria e as garrafinhas as baquetas, o mesmo sentou perto das latas e começou a bater nelas como se estivesse tocando bateria (depois de um tempo fiquei sabendo que ele ia na igreja com seus pais e costumava ficar na volta do baterista da banda), ele estava reproduzindo algo que lhe chamava a atenção utilizando materiais de sucata. 
Ao observar a atitude deste bebê, pois ele tinha 1 ano e 4 meses quando inventou a brincadeira, foi possível perceber e relacionar o fato com a postagem feita em 2015, pois as crianças inventam suas brincadeiras com os mais diferentes materiais, não precisando ser um brinquedo comprado.

sábado, 8 de setembro de 2018

Desafios do Eixo VIII

Quem disse que seria fácil?
Precisamos estar preparadas para mudanças, mesmo que estas mudanças cheguem de surpresa na reta final do curso...
Entrar em uma turma nova, fazer amizades, criar vínculos afetivos com as colegas que agora são amigas...  E quando pensamos que tudo vai ser e continuar como estava até então, temos uma surpresa. A orientadora do estágio é uma professora que não conheço (conheci no dia que entreguei meu termo de estágio na UFRGS)... Mas até aí tudo tranquilo, pois na verdade já passei por uma situação parecida quando minha orientadora do estágio do curso de magistério, foi uma professora nova na escola, nós não nos conhecíamos, mas passamos a nos conhecer no estágio mesmo...
Porém, agora a situação é um pouco diferente, pois, além da professora ser nova (para eu que não a conhecia), precisei mudar de Pólo para as aulas de orientação... 
E, no dia 5 de setembro precisei ir conhecer as novas colegas, o novo grupo, em um espaço completamente novo e estranho na minha vida.... A sensação não foi nada agradável, apesar de a professora, a tutora e as colegas serem bem legais, mas me senti perdida, sozinha... Foi difícil esta mudança nesta altura do campeonato... Ficar longe das minhas amigas, dos meus professores das tutoras que estiveram sempre presentes... não foi fácil mesmo...  
Espero que no decorrer do semestre eu consiga me adaptar a esta mudança, assim como espero que este semestre passe muito rápido e que eu possa estar concluindo o curso ao lado da minha turma no Pólo de Imbé.... 
E quando no início deste texto disse que "precisamos estar preparadas para mudanças...", descobri que eu ainda não estava... acho que ainda não estou...



Então chegamos ao Eixo VIII

 Dia 21 de agosto de 2018, iniciamos oficialmente o penúltimo semestre... Uma mistura de sensações... a de "estamos quase lá", com "saudades que vamos sentir"... 
Quando iniciamos o curso, uma certeza tínhamos, "a de que o curso um dia terminaria e nos tornaríamos PEDAGOGAS", pois então, este dia esta mais próximo do que pensamos...
O tempo passou rápido, e ainda esta passando... já estamos no mês de setembro, as atividades já estão aparecendo, o estágio está iniciando e um certo "pavor" vai tomando conta, as dúvidas vão aparecendo e as incertezas também...
Mas, o que sabemos realmente, é que estamos vencendo... No início, a sala era cheia, quase faltavam cadeiras.. o tempo foi passando e a sala foi esvaziando... Colegas que por variados motivos precisaram desistir do curso... cada desistência foi sentida por alguém, mas entendemos que a vida é assim... cada um tem seus compromissos, seus trabalhos, suas famílias e as vezes precisamos desistir de um sonho para podermos realizar outro...
Mas ainda estamos aqui, com alguns tropeços, com algumas dificuldades, mas nosso sonho esta chegando perto de se tornar realidade.
Um sonho que eu tinha de poder cursar uma faculdade e sem condições financeiras, tive a oportunidade de entrar para a melhor... conseguir uma vaga na UFRGS não é fácil, mas eu consegui!!! E sou muito feliz por isto... Hoje o sonho está mais próximo de ser realizado por completo, quando então chegar a formatura!!!


E, daqui para frente é focar no estágio e o temido TCC... 



Resultado de imagem para pensamentos de paulo freire sobre educação


terça-feira, 26 de junho de 2018

Palavras ditas pelas crianças e esquecidas pelos adultos...


Através das leituras realizadas na interdisciplina de Linguagem e Educação, foi possível perceber e compreender melhor a linguagem das crianças. E hoje recebi um livro que tem muito a ver com esta interdisciplina... "Guardador de Palavras da Gabi" de Aida Franco de Lima, 2018. 
Participei de um sorteio e fui contemplada com um exemplar do livro. Livro este que a escritora conta falas de sua filha, no período dos 2 a 4 anos e meio.
Iniciei a leitura e ainda estou no inicio da mesma, porém já foi possível perceber o quão interessante é o mesmo. Pois nele a autora coloca diversas falas de sua filha, frases que ela foi anotando e agora lançou o livro.
O interessante do livro e a relação que ele tem com a interdisciplina é que as crianças aprendem falar e falam coisas as vezes engraçadas, outras bem interessantes. E com a ideia do livro achei interessante pois muitas vezes nossos filhos e nossos alunos nos falam coisas que gostaríamos de guardar para sempre, mas esquecemos e com o passar do tempo elas se apagam de vez da nossa memória. 
Com o livro, ou então com um guardador de palavras podemos relembrar o que foi dito. Criar na turma que trabalhamos um guardador de palavras seria muito interessante para no final do ano poder relembrar estas falas...

Imagens relacionadas com o livro.... 



domingo, 24 de junho de 2018

Ler e Reescrever...

Quando realizamos a atividade em aula sobre a "cena", tive algumas dificuldades, relacionar o que esta lendo com o que já leu, pode parecer fácil, mas ao mesmo tempo existem as dificuldades. É necessário recordar o que já leu, pensar o que se sabe sobre cada conceito e relacionar com o que está lendo. Porém, percebi que reescrever acaba sendo um pouco mais complicado mas ao mesmo tempo é uma nova aprendizagem. Reescrever acaba se tornando um treino maior para uma boa escrita. 
Mas as dificuldades aparecem, colocar citações de autores ainda é algo complicado para eu fazer, tenho dificuldade em colocar as citações com as referências, até consigo colocar uma citação juntando com meu pensamento, mas na hora de colocar de onde veio aquela citação, aí sim dificulta.
Com isso percebo que preciso ler mais e escrever mais, preciso conversar mais com os autores para conseguir encaixa-los em minha escrita. Mas o mais importante que preciso aprender é saber colocar as referências seja na bibliografia final do trabalho ou na citação direta nos textos....

Avaliação Escolar...


Final de semestre, hora de avaliar... Avaliar o desempenho dos alunos, suas aprendizagens, seus conhecimentos adquiridos no decorrer do semestre...
Quando chega a hora de uma avaliação chega o momento do "desespero" para os alunos. O nervosismo toma conta, muitas vezes sabemos a resposta mas ao passar para o papel tudo que lemos e estudamos some, desaparece do nosso pensamento da nossa memória. 
Então, penso que ao avaliar o desempenho de um aluno o professor precisa estar atento ao seus desenvolvimento durante todo o semestre. Sua participação nas aulas, suas contribuições. 
Para avaliar é preciso observar...
Na educação infantil, final de semestre é momento de avaliar o desempenho do aluno no decorrer do semestre, como foi sua aprendizagem naquele período, quais foram suas contribuições no decorrer do mesmo? Participou das brincadeiras? Conseguiu recortar, pintar, desenhar ou rabiscar? Conseguiu pular, passar por dentro de bambolês, realizar circuitos? Teve um bom relacionamento com seus colegas e suas professoras?
Penso que a avaliação da educação infantil é diferente do ensino fundamental, porém em ambas o professor precisa estar atento ao desenvolvimento de seu aluno. Não levar em conta apenas o que escreveu em uma prova ou em um trabalho. Precisamos observar o que aquele aluno expressou durante o período que estamos avaliando.
Então, penso que para avaliar nossos alunos temos que observar tudo que o cerca, tudo que ele nos apresentou. As suas falas a sua participação e sua concentração durante as atividades. Realizar anotações sobre o desenvolvimento de nossos alunos é um ótimo recurso que nos ajuda na hora do parecer daquela criança...